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Diagnóstico ambiental do Córrego do Mutuca

"A infraestrutura de saneamento básico não acompanhou o desenvolvimento econômico e o crescimento demográfico da região, revelando-se como potência poluidora dos recursos hídricos superficiais, através do lançamento de efluentes provindos das atividades urbanas". Esta é uma das principais conclusões do "Diagnóstico Ambiental da Sub-Bacia Hidrográfica do Córrego do Mutuca", elaborado no primeiro semestre deste ano por alunos do curso de Graduação Tecnológica em Gestão Ambiental do Instituto UNA de Tecnologia – UNATEC, com o apoio da Promutuca durante a fase de pesquisa de campo.

De acordo com o estudo, essa situação acarreta prejuízos ambientais como a alteração da qualidade das águas do ribeirão. Os impactos mais significativos estão relacionados à inadequação dos processos de implantação de novas moradias às margens do Córrego do Mutuca, e que geram como principal conseqüência o risco de assoreamento.
O Diagnóstico cita dados da Copasa, que revelam que as águas do Córrego do Mutuca são de classe especial 1 (destinada ao abastecimento doméstico) até atingirem seu alto curso, após o Viaduto do Mutuca. Neste ponto sofrem alteração de qualidade e passam a ser consideradas de classe 3.

O crescimento demográfico e as desigualdades sociais são apontados pelo estudo como as principais causas da ocupação desordenada do solo na região. Isso tem gerado desequilíbrios ambientais imensuráveis como as interferências antrópicas no ciclo hidrológico.