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Defesa ambiental do Vale:
Compromisso da nova diretoria

Flávio Krollmann
Presidente da Diretoria Executiva

Após exercer a função de Diretor Administrativo e Financeiro na gestão anterior, Flávio Krollmann foi eleito presidente da Diretoria Executiva da Promutuca (2012/2013). Ele assume o posto de Gisele Kimura, que passou presidir o Conselho Deliberativo. Engenheiro civil e administrador de empresas, Flávio Krollmann é casado e reside no condomínio Villa Alpina desde 2007.
A principal proposta da nova diretoria, segundo ele, é reforçar a defesa ambiental do Vale do Mutuca, cada vez mais ameaçado pelo crescimento urbano desordenado e pela especulação imobiliária. Para atingir esse objetivo, a proposta é concatenar as ações da Promutuca com as de outros órgãos e entidades ambientais, principalmente de Nova Lima e da APA Sul de Belo Horizonte. "Com isso, iremos aumentar as chances de sucesso de nossas reivindicações pelo crescimento sustentável de toda a região", diz.
Entre outras prioridades da nova diretoria executiva da Promutuca, Flávio Krollmann relaciona a continuidade das ações judiciais que exigem o cumprimento da legislação ambiental, não só pelo Vila Castela II como também por qualquer outro empreendimento que se pretenda implantar no Vale do Mutuca. Outras serão o incentivo junto aos moradores para a transferência de seus domicílios eleitorais para o município de Nova Lima, e o aumento do quadro de associados contribuintes com o objetivo de viabilizar financeiramente as iniciativas que a nova diretoria executiva planeja implementar no biênio 2012/2013.

Matias Pinheiro de Castro Lopes
Diretor Administrativo e Financeiro

O gestor de empresas Matias Pinheiro de Castro Lopes é o Diretor Administrativo e Financeiro da Promutuca em 2012/2013. Ele e sua família moram no Bosque da Ribeira há 11 anos, e desde essa época a sua participação nos quadros da Promutuca tem sido fundamental. Além de já ter exercido a mesma função anteriormente, já atuou também nos conselhos administrativo e fiscal da Associação. Segundo ele, somente com a união de todos os moradores será possível preservar o Vale do Mutuca. Isso porque para continuidade aos projetos e iniciativas da Promutuca são necessários não apenas recursos humanos como também financeiros. "Somos uma entidade ambiental reconhecida como de utilidade pública e sobrevivemos exclusivamente das contribuições voluntárias de nossos associados", esclarece Matias Lopes.

Henrique José Amorim Almeida
Diretor de Meio Ambiente

O novo Diretor de Meio Ambiente, Henrique José Amorim Almeida, mora com a família no Vale do Mutuca há quase 20 anos, no Condomínio Vila d'El Rey.
Auditor aposentado da Previdência Social e ex-superintendente do INSS em Minas Gerais, o acompanhamento da correta aplicação do dinheiro sempre fez parte de seu histórico profissional. Ambientalista por convicção, trouxe essa experiência para os quadros da Associação que ajudou a fundar, principalmente como conselheiro. Atuante durante as reuniões e assembléias da Promutuca, Henrique Amorim também faz questão de acompanhar de perto o andamento das ações ambientais de defesa do Vale do Mutuca junto aos órgãos oficiais . Ele se aposentou mas não se afastou da vida pública. Isso porque acredita que todo cidadão nunca deve deixar de participar ativamente de todas as iniciativas que visem o bem coletivo E esta é a principal justifica que utiliza para conclamar os moradores a terem uma postura cada vez mais pró-ativa em defesa do Vale do Mutuca. : "É uma questão de consciência, de cidadania. A Promutuca é uma ONG regida por Estatudo, transparente, e precisa da ajuda de todos para obter êxito em suas reivindicações ambientais", defende Henrique Amorim.

Denise Brandão Almeida Villani
Secretária Geral

Denise Brandão Almeida Villani, nova secretária geral da Promutuca, mora com a família no Vila d'El Rey há três anos. "Todos os dias desfruto da linda vista da Mata da Mutuca das janelas de minha casa. Adoro ver pela manhã, quando saio para a rotina de trabalho, os bandos de saguis, quatis, esquilos, e, muito raramente, lebres e lontras atravessando a estrada, assim como as árvores que começam a verdejar, florir e amarelar. O dia começa belo e poético", diz. Entretanto, ela revela que, recentemente, quando acordou com o barulho de máquinas escavando ruas que hoje já se encontram asfaltadas, se deu conta de que todo esse lindo cenário do Vale do Mutuca necessita de proteção. Até então ela acreditava não ter o tempo livre necessário para atuar de forma mais significativa a fim de preservar algo tão especial e tão próximo. Porém, em dezembro do ano passado, a visão de um esquilo atropelado na entrada do Vila d'El Rey, próximo à faixa da Promutuca que convidava os moradores a participarem da Assembleia que elegeu a nova diretoria, determinou a sua decisão de também integrar a a Associação: "Nesse momento decidi atender o recado dado pela faixa. Vi que era necessário mudar a situação e preservar as matas da região e seus animais", diz. Segundo Denise Villani, cercados por problemas e preocupações, muitas vezes acreditamos não ter tempo suficiente para exercer a cidadania por meio de atividades voltadas para o bem-comum. Ela defende que usar o tempo livre é fundamental para que a reflexão e debate de questões de interesse coletivo. "Assim pensavam e pregavam os gregos: o ideal de uma vida é o tempo livre, pois só assim podemos nos dedicar aquilo que realmente importa, atuar como verdadeiros cidadãos tornando cada vez melhor o meio em que vivemos", finaliza Denise Villani, que é professora de História e atualmente trabalha com projetos educacionais.

Cristina Brugnara Veloso
Diretora de Educação Ambiental