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Ângela Lima Uma aliada junto ao poder municipal


Representantes da Promutuca, entre eles o presidente Flávio Krollmann e os conselheiros Júlio Grillo e Elpídio Arruda, juntamente com alguns representantes do Condomínio Vila del Rey participaram de uma reunião realizada no último dia 16 de janeiro com a vereadora Ângela Lima, de Nova Lima.


De acordo com Júlio Grillo, a Promutuca pediu o apoio da vereadora especialmente para três questões: a criação do Corredor Ecológico, revisão do Plano Diretor de Nova Lima e mudanças na lei do Codema para que ele volte a ser paritário.


Como representante do Condomínio Vila Del Rey, o Sr. Elpídio Arruda pediu ajuda à vereadora junto à Prefeitura para reparar o desbarrancamento na Alameda Serra da Mantiqueira, ocorrido há cerca de um ano e que apresenta risco de acabar de desabar, além de deixar o trânsito em meia pista. Outra questão apresentada à vereadora foi o lançamento de esgoto in natura no córrego do Gregório, pelo Condomínio do Vale dos Cristais, desen volvido pela Construtora Odebrecht.


Em entrevista ao Informativo Promutuca, Ângela Lima disse que participou da reunião a fim de conhecer e discutir o projeto do Corredor Ecológico e outros projetos comprometidos com a preservação ambiental e a qualidade de vida dos nova-limenses. “Na Câmara Municipal, serei a porta-voz nesta luta, para que Nova Lima não seja uma cidade apenas com um passado bonito, mas com um presente que garanta um futuro melhor para sua população”, afirmou.


Para a vereadora, Nova Lima é uma cidade privilegiada por sua vasta riqueza ambiental mas apresenta um grande desafio: “aliar as vantagens do desenvolvimento à necessidade vital de proteger o ambiente em que vivemos. Precisamos
crescer, desde que seja de forma sustentável”, observou Ângela Lima.


Sobre o Anexo do Vila Del rey, a vereadora disse que ainda não tem conhecimento sobre o empreendimento, mas afirma que para que ele seja implantado, precisa passar, necessariamente, pela aprovação na Câmara. “É importante ressaltar que qualquer instalação que vier a ocorrer sem a devida autorização é passível de todas as penalidades previstas em lei, inclusive a recuperação das áreas degradadas. Aqui estaremos atentos a todos os projetos dessa natureza, principalmente aqueles que venham a causar grandes impactos no ecossistema e na qualidade de vida local”, conclui Ângela Lima.